Última postagem

A palavra bullying está sendo usada com tanta frequência que as pessoas pararam de prestar atenção.
Será que tudo é bullying?

Postado em 20/fev/2018.

Confira a relação de programas e temas já publicados! Clique AQUI!

Veja um pouco de nossa história em fotos!

O que foi notícia! (20/fev/2018)

Receba gratuitamente as notícias por e-mail, AQUI


Reduzir o desperdício de tempo em sala: uma forma barata de melhorar o ensino

Gazeta do Povo

No Brasil, só 2% dos alunos mais pobres têm bom desempenho acadêmico

O Globo

MEC abre inscrições para Fies 2018, primeira edição do programa no novo formato

iG


Veja todas as notícias do dia AQUI

Postagens antigas? Confira AQUI


Notícias para refletir

IA vai mudar a maioria dos empregos, como prosperar em meio a robôs?

(19/fev/2018) Em cinco anos, seu local de trabalho estará completamente irreconhecível se comparado com a forma como ele é hoje em dia. Essa é uma previsão fácil de ser feita, levando em conta como as rápidas mudanças na tecnologia e na dinâmica dos mercados estão remodelando as organizações. Mas como serão realmente essas diferenças? E quais das tecnologias emergentes atuais terão maior impacto no futuro?

IDG Now

Desafio do desodorante, da camisinha, da cola: as ondas online que põem vida de crianças em risco

(08/fev/2018) Youtubers fazem diferentes desafios que consistem em inalar a substância em vídeos que circulam pelas redes sociais e acumulam milhares de visualizações no site.
Há ainda o "jogo da asfixia" ou "do desmaio", em que compete-se para ver quem prende a respiração por mais tempo, além de desafios de inserir camisinhas nas narinas para tirar pela boca, de comer canela em pó em grandes quantidades e pura, de passar cola nas narinas e na boca. Fora as competições que induzem jovens e crianças a tomar grandes quantidades de bebidas alcóolicas. Todas as práticas trazem gravíssimos riscos à saúde. E estão proliferando na internet.

BBC

Elas vão substituir você

(27/jan/2018) No momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades — o Golem do século XXI —, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial — evento anual que reúne líderes políticos e empresariais —, que teve início na terça-feira 23 em Davos, na Suíça. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo — que propôs um esforço global, em especial por parte dos governos, para amenizar os impactos da tecnologia —, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais. “O único fator com chance de limitar esse avanço é a vontade dos líderes, que poderão optar por investir na reconfiguração do mercado, promovendo a recolocação dos trabalhadores em oportunidades que surgirão”, disse o economista alemão Klaus Schwab, fundador e presidente do evento.

Veja

Como a mudança de era nos torna inúteis e como nos preparar para ela

(24/jan/2018) A evolução da humanidade passou por diferentes eras. Começamos nômades/caçadores, depois passamos a ser sedentários/agricultores e, nos últimos 250 anos nos convertemos em urbanos/industriais. Atualmente, estamos vivenciando uma mudança de era, e não uma era de mudanças e, tudo isso por conta do digital.
Sendo assim, cada mudança de era faz com que as atitudes das pessoas da era anterior virem inúteis no novo paradigma. Um bom caçador não virou o melhor agricultor, mas este último não se converteu em um bom sujeito industrial. Não será diferente agora: os destacados na economia industrial não serão os protagonistas da era digital.

IDG Now

Geração que não conhece vida sem tecnologia vive hoje na hiper-realidade

(07/jan/2018) Desde 2013, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) estuda as aspirações da juventude brasileira. Em 2017, de março a outubro, os pesquisadores ouviram, em todo o país, 1.640 jovens entre 18 e 34 anos, e o resultado foi uma guinada de comportamento. No meio dos números, um recado: ser feliz perdeu importância para a ideia de ganhar dinheiro.

Fantástico

Millennials creem ser parte da solução de questões sociais, diz economista

(05/jan/2018) Geração após geração, os mais jovens sempre almejam mudar mundo. Os millennials (pessoas com idade entre 17 e 37 anos), no entanto, têm sido mais ativos para que a mudança de fato aconteça.
É a opinião de Bruce Usher. Para ele, que tem MBA em administração por Harvard, já trabalhou em bancos de investimento e hoje investe em iniciativas de impacto e dá aulas sobre o assunto, essa geração entende "muito melhor como empresas e sociedade interagem."

Folha de São Paulo

O que faz crianças de áreas pobres dos EUA desenvolverem traumas mentais similares aos de guerras

(30/dez/2017) Segundo os resultados da pesquisa, entre os moradores de bairros pobres de Atlanta a prevalência do transtorno de estresse pós-traumático era de 46%, muito maior que a identificada entre os veteranos das guerras do Iraque e do Afeganistão (entre 11% e 20%).
"Abuso de drogas, atividades de grupos criminosos, disparos, tiros de carros em movimento... há muitas coisas com as quais as crianças precisam lidar e que não são experiências típicas para essa idade", afirmou a tenente Shavonne Edwards, do escritório do xerife do Condado de Fulton.

BBC

Por que brincar ao ar livre pode melhorar a visão do seu filho

(28/dez/2017) Brincar com aparelhos eletrônicos certamente estimula hábitos sedentários, mas você já se perguntou o que o uso regular destes dispositivos pode fazer com a visão do seu filho?
Embora ainda não existam muitas pesquisas sobre o impacto das telas na visão - afinal de contas, o iPhone foi lançado pela Apple apenas em 2007 -, especialistas alertam para a crescente incidência de miopia em crianças.

BBC

As habilidades e profissões que serão tendência em 2030

(21/dez/2017) Em recente entrevista ao Porvir, Amar Kurnar, vice-presidente da área de pesquisas da Pearson, lembrou que é mais importante estudar e trabalhar habilidades consideradas essencialmente humanas do que se preocupar com a extinção das profissões. Mas quais seriam essas habilidades? A pesquisa The Future Skills (O Futuro das Habilidades) traz uma lista do que será tendência para Estados Unidos e Reino Unido e pode servir como pista do que vai influenciar o mercado de trabalho brasileiro de 2030. Afinal, como comentou Kurnar naquela ocasião, a globalização tende a diminuir as distâncias geográficas.

Porvir

‘Prefiro aprender fora da escola, usando internet’, diz garota que ganhou R$ 800 mil em prêmio ao explicar teoria de Einstein

(21/dez/2017) Hillary Andales, estudante filipina de 18 anos, venceu candidatos de 178 países e ganhou um prêmio de ciência chamado “Breakthrough Junior Challenge”, criado por Mark Zuckerberg e sua esposa. Ela conseguiu explicar a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, de uma forma simples, em um vídeo divertido de 3 minutos.
Em entrevista ao G1, a jovem conta que não chegou a esse patamar por se dedicar somente ao colégio. Ela diz que, desde criança, aprende muito mais fora da escola do que nas aulas.

G1

Veja notícias mais antigas que ajudam a refletir AQUI